Foram divulgados neste domingo, 26 de fevereiro, os ganhadores da 84ª edição do Oscar. A cerimônia foi apresentada pela nona vez por Billy Crystal, que resolveu assumir a função após o Eddie Murphy ter desistido do encargo.
O Cinefolândia acompanhou passo a passo do Oscar 2012, e trouxe para vocês tudo o que aconteceu na cerimônia através das atualizações em tempo real no Twitter e na nossa página no Facebook.
A premiação começou com a Invenção de Hugo Cabret mostrando toda a sua força, principalmente na parte técnica, e logo já havia conquistado cinco estatuetas contra uma de todos os outros canditados. Mas O Artista não deixou barato e acabou empatando a disputa conquistando alguns dos principais prêmios disputados, Como Melhores Ator, Diretor e Filme.
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Está chegando o Oscar 2012
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Oscar 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
E nós do Cinefolândia acompanharemos em tempo real a premiação, através do Blog, Twitter e Facebook, não iremos perder um detalhe e deixaremos todos informados sobre os ganhadores, perdedores e nas possíveis surpresas que poderão ocorrer.
Para refrescar suas memórias mostraremos todos os indicados deste ano, além dos ganhadores do ano passado. Portanto meus caros, aproveitem...
Crítica - A Invenção de Hugo Cabret
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Viagem á Lua
A Invenção de Hugo Cabret é encantador, tanto na sua história e conteúdo, quanto na parte visual. A Paris dos anos 30 é retradada em tom de fábula, nos mostrando cores ricas e quentes, além disso o design de produção como figurino, maquiagem, direção de arte e efeitos especiais, assim como o seu 3D, são excepcionais e se mantém assim durante todo o filme. Além disso podemos acompanhar uma trilha sonora de primeira, comandada pelo três vezes ganhador do Oscar Howard Shore, vemos um trabalho memorável que dá o tom perfeito a obra.
Martin Scorcese, que até então era conhecido e apontado como o eterno diretor de filmes de gângsteres, o que era uma incômoda injustiça considerando trabalhos como O Aviador, Kundun e New York, New York, mostra todas as suas qualidades num filme que não possui um tema 100% adulto. Sabendo também que ele é um dos mais célebres historiadores, críticos e pesquisadores do cinema fica mais do que explicado que seu primeiro filme em 3D seja a adaptação de um premiado livro que nos remete ao passado.
Martin Scorcese, que até então era conhecido e apontado como o eterno diretor de filmes de gângsteres, o que era uma incômoda injustiça considerando trabalhos como O Aviador, Kundun e New York, New York, mostra todas as suas qualidades num filme que não possui um tema 100% adulto. Sabendo também que ele é um dos mais célebres historiadores, críticos e pesquisadores do cinema fica mais do que explicado que seu primeiro filme em 3D seja a adaptação de um premiado livro que nos remete ao passado.
Crítica - O Artista
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
O Artista é a mais bela surpresa cinematográfica deste ano. A sua simplicidade, sutileza e beleza, o tornam muito encantador, e apesar de ter plena certeza que muitos não concordarão com o que digo, ou que simplesmente achem que o filme logo cairá no esquecimento, eu não retiro uma palavra, nem mudo uma vírgula, pois há tempos eu não saía tão satisfeito de uma sala de cinema.
Na história nos é apresentado o veterano, engraçado e vaidoso astro do cinema mudo, George Valentin (Jean Dujardin), que acredita que as pessoas preferem ver a ele nos cinemas do que aos próprios filmes. Tudo segue bem em sua vida, até a indústria cinematográfica mudar num simples "piscar de olhos", deixando de lado o cinema mudo e entrando na era do cinema falado, fazendo com que sua vida vire do avesso. Mostrando-se teimoso, ele resolve bancar sua própria produção, o que acaba sendo a sua decadência. No meio desse turbilhão ele ainda precisa ver a jovem e talentosa atriz Peppy Miller (Bérénice Bejo), que ele iniciou e se apaixonou, tornar-se rica e requisitada. O tempo não para, e o orgulho impede George Valentin de entender o quanto isto é importante.
Na história nos é apresentado o veterano, engraçado e vaidoso astro do cinema mudo, George Valentin (Jean Dujardin), que acredita que as pessoas preferem ver a ele nos cinemas do que aos próprios filmes. Tudo segue bem em sua vida, até a indústria cinematográfica mudar num simples "piscar de olhos", deixando de lado o cinema mudo e entrando na era do cinema falado, fazendo com que sua vida vire do avesso. Mostrando-se teimoso, ele resolve bancar sua própria produção, o que acaba sendo a sua decadência. No meio desse turbilhão ele ainda precisa ver a jovem e talentosa atriz Peppy Miller (Bérénice Bejo), que ele iniciou e se apaixonou, tornar-se rica e requisitada. O tempo não para, e o orgulho impede George Valentin de entender o quanto isto é importante.
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