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O blog para quem aprecia a verdadeira beleza do cinema, acompanhe a visão masculina e a feminina sobre filmes. Vamos deixar nossas críticas, opiniões e sugestões sobre essa maravilha que encanta a todos.
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Crítica - A Mulher de Preto


Quem gosta de clássicos filmes de terror provavelmente gostará de "A Mulher de Preto", pois ele se aproxima muito ao estilo que consagrou a produtora Hammer Films na metade do século XX. Para quem conhece os filmes da produtora, que voltou a ativa em 2007 com novos lançamentos, sabem que os terrores góticos, com locações sombrias, mansões mal assombradas, cemitérios em jardins, brinquedos aterrorizantes e cadeiras de balanço que se movem sozinhas, são suas marcas registradas. E é isso que acaba nos agradando mais neste filme, a retomada desses valores clássicos, visto que o tema "fantasmas" já é um tanto quanto batido.

Baseado no livro "Woman in Black", de Susan Hill, A Mulher de Preto conta a história do jovem advogado e pai viúvo, Arthur Kipps (Daniel Radcliffe), que foi designado a viajar até um vilarejo para regularizar a documentação de uma mansão abandonada. Chegando lá ele é recebido com certa hostilidade pelos moradores locais, exceto pelo esclarecido Sam (Ciarán Hinds) que acaba o ajudando. Tudo ocorre bem até que Kipps começa a ter uma série de visões terríveis que passam a perturbá-lo durante o seu trabalho, o que acaba o forçando a investigar esses acontecimentos, onde ele descobre uma terrível maldição do passado que tem como vítimas crianças inocentes.

Crítica - A Invenção de Hugo Cabret


A Invenção de Hugo Cabret é encantador, tanto na sua história e conteúdo, quanto na parte visual. A Paris dos anos 30 é retradada em tom de fábula, nos mostrando cores ricas e quentes, além disso o design de produção como figurino, maquiagem, direção de arte e efeitos especiais, assim como o seu 3D, são excepcionais e se mantém assim durante todo o filme. Além disso podemos acompanhar uma trilha sonora de primeira, comandada pelo três vezes ganhador do Oscar Howard Shore, vemos um trabalho memorável que dá o tom perfeito a obra.

Martin Scorcese, que até então era conhecido e apontado como o eterno diretor de filmes de gângsteres, o que era uma incômoda injustiça considerando trabalhos como O Aviador, Kundun e New York, New York, mostra todas as suas qualidades num filme que não possui um tema 100% adulto. Sabendo também que ele é um dos mais célebres historiadores, críticos e pesquisadores do cinema fica mais do que explicado que seu primeiro filme em 3D seja a adaptação de um premiado livro que nos remete ao passado.

Crítica - O Artista


O Artista é a mais bela surpresa cinematográfica deste ano. A sua simplicidade, sutileza e beleza, o tornam muito encantador, e apesar de ter plena certeza que muitos não concordarão com o que digo, ou que simplesmente achem que o filme logo cairá no esquecimento, eu não retiro uma palavra, nem mudo uma vírgula, pois há tempos eu não saía tão satisfeito de uma sala de cinema.

Na história nos é apresentado o veterano, engraçado e vaidoso astro do cinema mudo, George Valentin (Jean Dujardin), que acredita que as pessoas preferem ver a ele nos cinemas do que aos próprios filmes. Tudo segue bem em sua vida, até a indústria cinematográfica mudar num simples "piscar de olhos", deixando de lado o cinema mudo e entrando na era do cinema falado, fazendo com que sua vida vire do avesso. Mostrando-se teimoso, ele resolve bancar sua própria produção, o que acaba sendo a sua decadência. No meio desse turbilhão ele ainda precisa ver a jovem e talentosa atriz  Peppy Miller (Bérénice Bejo), que ele iniciou e se apaixonou, tornar-se rica e requisitada. O tempo não para, e o orgulho impede George Valentin de entender o quanto isto é importante.

Crítica - Filha do Mal


A Filha do Mal, vejamos, o que falar sobre este longa??? Ruim, fraco, mais do mesmo como diria Renato Russo em sua bela canção. Essa onda de filmes de terror estilo câmera na mão, ou falso documentário, parece não dar sinais de cansaço. A jogada dos estúdios de compensar o baixo orçamento e lotar seus cofres com esse estilo é boa em alguns casos, vide A Bruxa de Blair e Rec, só que agora já está se tornando meio enfadonho, como no caso de a Filha do Mal, portanto, menos atraente perante público e crítica.

O filme começa de forma "bizarra", com avisos dizendo que o Vaticano não aprova nada do que nos é mostrado, o que é bem óbvio, e que também não apoiou a realização do mesmo, como se tivesse algo a apoiar. Após isso somos apresentados a premissa do filme, quando uma mulher liga para a polícia e diz que foi a autora de um triplo assassinato, logo conhecemos a sua filha que é a condutora da trama e descobrimos que os mortos são três pessoas ligadas a Igreja e praticavam um ritual exorcista sobre a assassina. Ela é inocentada por considerarem que possui problemas mentais e acaba internada num manicômio em Roma, o que deixa a sua querida filha intrigada a ponto de gravar um documentário e ir até lá em busca de respostas.

Crítica - Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras


Sherlock Holmes 2 é um dos melhores longas de ação que assisti nos últimos tempos, e não apenas pela falta de critividade de nossos amigos amigos hollywoodianos, que produzem apenas dois filmes que prestem a cada dez produzidos. Mas sim por se tratar de um belo filme, com uma trama mais atraente que o primeiro, com melhores atuações comparado ao outro, e com cenas de ação mais envolventes e elaboradas.
Sherlock Holmes 2: Jogo das Sombras apresenta o Professor James Moriarty à franquia. O maior inimigo de Sherlock Holmes, dono de um império criminoso que se estende por toda a Europa. O vilão organiza ataques terroristas contra diversos membros do governo europeu, com intenções no mínimo nefastas, e cabe ao bom e velho Sherlock Holmes e seu escudeiro Watson o deterem. E como não podia ser diferente, eles não estão sozinhos nesta empreitada, pois contam com a ajuda da exótica madame Simza Heron.
 O que vemos então é um jogo de gato e rato entre Holmes e Moriarty, pois os dois são grandes estrategistas, e como um sempre tenta estar à um passo a frente do outro a balança acaba pendendo para os dois lados. No fim é como uma partida de xadrez, onde sacrifícios precisam ser realizados para se buscar a vitória.

Crítica - As Aventuras de Tintim


 As Aventuras de Tintim: O Segredo Licorne é tecnicamente irrepreensível, uma maravilha para os olhos, e isso se deve pelo fato da produção ser uma das mais modernas e incríveis animações do cinema, com capricho artístico suficiente para, hora acharmos que é um filme com atores e localizações reais, hora acreditarmos que é a forma tridimensional perfeita do traço de seu criador. O fato é que o resultado de toda essa perfeição, seja nas expressões faciais dos personagens, nas filmagens com movimentos de câmera que não só ligam um ponto ao outro do filme com extrema criatividade, como nos conduzem a passeios jamais imaginados em uma construção live-action, deve-se a união de Steven Spilberg e Peter Jackson. Da união dos dois diretores e suas geniais técnicas cinematográficas, nasceu o primeiro de uma possível trilogia animada. Trabalho que levou apenas um mês para que todos os atores gravassem suas cenas ao mesmo tempo que tinham suas expressões faciais e interpretações capturadas por computadores, mas que perdurou por mais dois anos e meio em um extenso trabalho artístico de pós-produção. Enfim, resumindo em poucas palavras, apesar do tom cartunesco já citado, é impressionante o realismo da animação.

A Águia da Legião Perdida



Confesso que apesar desse filme ter sido lançado em 2011 eu tive "tempo" de assistí-lo apenas hoje, ou melhor, agora. E é por essa razão que resolvi fazer uma postagem sobre ele, pois acabei me surpreendendo de forma positiva em relação a essa produção.

 
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