Quem gosta de clássicos filmes de terror provavelmente gostará de "A Mulher de Preto", pois ele se aproxima muito ao estilo que consagrou a produtora Hammer Films na metade do século XX. Para quem conhece os filmes da produtora, que voltou a ativa em 2007 com novos lançamentos, sabem que os terrores góticos, com locações sombrias, mansões mal assombradas, cemitérios em jardins, brinquedos aterrorizantes e cadeiras de balanço que se movem sozinhas, são suas marcas registradas. E é isso que acaba nos agradando mais neste filme, a retomada desses valores clássicos, visto que o tema "fantasmas" já é um tanto quanto batido. Baseado no livro "Woman in Black", de Susan Hill, A Mulher de Preto conta a história do jovem advogado e pai viúvo, Arthur Kipps (Daniel Radcliffe), que foi designado a viajar até um vilarejo para regularizar a documentação de uma mansão abandonada. Chegando lá ele é recebido com certa hostilidade pelos moradores locais, exceto pelo esclarecido Sam (Ciarán Hinds) que acaba o ajudando. Tudo ocorre bem até que Kipps começa a ter uma série de visões terríveis que passam a perturbá-lo durante o seu trabalho, o que acaba o forçando a investigar esses acontecimentos, onde ele descobre uma terrível maldição do passado que tem como vítimas crianças inocentes.











