Já não é mais novidade que Adam Sandler tornou-se um dos piores atores de hollywood, com papéis medíocres e de certa forma repetitivos onde ele sempre banca o playboyzinho metido e arrogante. Não contente com um papel deplorável, em Cada Um Tem a Gêmea que Merece ele possui dois papéis deploráveis, o grosseiro e egoísta Jack e a estúpida, idiota e feiosa irmã Jill. Em determinado momento do longa, Al Pacino, que vive ele mesmo na "comédia", pede a Jack (Adam Sandler) que "apague isso, queime, jogue fora e garanta que ninguém nunca veja esse filme.". Pois bem, poderíamos levar esse apelo a vida real que ninguém sentiria falta desta afronta que é o Cada Um Tem a Gêmea que Merece.
Na trama o publicitário Jack (Adam Sandler) recebe a visita da nada agradável irmã Jill (também Sandler) no dia de ação de graças, só que o que era para ser uma rápida visita vai se prolongando a cada dia, para o seu desespero. Para se livrar da irmã irritante e estabanada ele resolve arrumar um namorado para ela, sem imaginar que o próprio Al Pacino em pessoa acabaria caindo de amores pela mocréia. Unindo então o útil ao agrádavel ele acaba tentando unir os dois na esperança de que Pacino acabe atuando numa propaganda do Dunkin' Donuts, e assim resolva o problema que ele vem passando na agência em que trabalha.
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